Bom, caros leitores, este foi o último post deste blog.
Não, eu não desisti. este blog foi apenas um test. E feliz com os resultados, vou começar meu novo projeto.
Trata-se de um novo Blog, voltado ao publico masculino. contendo desde aquele humor tipicamente machista até dicas de como se vestir ou dar nó em gravata.
Por enquanto estou fazendo toda a parte estrutural, definindo pareceiros, ditanto a linha editorial do blog e essas coisas chatas. Mas para voces, contanto que esperem um pouco, restara apenas LER. muito bom né?
Enfim, obrigado a todas as visistas, até a proxima.
PS.: Para manter contato, deixe um comentário com email que respondo o mais rápido possível.
Eu não sou religioso, mas existem coisas inexplicaveis. Esse vídeo por exemplo, mostra que apenas vontade e coragem as vezes não são suficientes para encontrar a morte.
Já vi casos de pessoas que foram salavas de um tiro no peito por uma caneta, ou que cairam do 8ª andar e sobreviveram. E sempre comentava com a minha família, que é muito religiosa, e eles me falavam que a pessoa tinha uma nobre função na terra, e todo esse discurso católico. Mas nesse vídeo minha opinão leiga sobre o destino dessa pessoa é outro, e bastante pessimista.
Ninguem deve ageuntar essa mulher. Nen o Capeta nen Deus.
Porque a Fifa proíbe a exposição de marcas em jogos oficiais. A única marca que pode aparecer no uniforme dos jogadores é a do fornecedor de material esportivo e, mesmo assim, tem que respeitar parâmetros rigorosos. Em jogos oficiais, a logomarca pode aparecer apenas uma vez na camisa, em cada pé do meião, no calção e em cada luva do goleiro, ocupando no máximo 20 cm2 em cada lugar. Só não há restrições para chuteiras e uniformes de treino. O rigor do regulamento tem uma finalidade bem clara: a Fifa não quer que seus patrocinadores oficiais dividam espaço com outras marcas, que, se fossem expostas no uniforme das seleções, não lhe renderiam dinheiro nenhum. Esse exclusivismo permite que a entidade cobre um “cachê” bem salgado das marcas que patrocinam seus eventos. Atualmente, pelo menos até a próxima Copa, 15 patrocinadores pagam 40 milhões de dólares por ano para estampar suas logomarcas em placas na beira do gramado e nas transmissões dos grandes torneios (Copa do Mundo, Mundiais Sub-20 e Sub-17, Olimpíadas etc.). Em 2000, o Comitê de Estudos Estratégicos da Fifa chegou a analisar uma proposta de liberação de logomarcas em camisas de seleções e nas camisas dos juízes apenas em amistosos, mas decidiu manter a proibição. Afinal, em time que está ganhando não se pode mexer.
Sabe, eu to em busca de um novo emprego, cansei dessa vida de escritório, sempre no horário, cade a emoção? cade o Feeling? acho que vou virar massagista.
Uma pesquisa realizada pela Electronic Arts hoje diz que as pessoas que jogam o Madden Football (joguinho de futebol americano que vende que nem água lá nos EUA) têm um “QI de Futebol” 60% maior que as pessoas que não jogam o negócio. O tal QI mede coisas desde saber as regras certas ou onde jogam tais caras até o que quer dizer essa ou aquela jogada. Faz bastante sentido – a estratégia no futebol americano é complicadíssima e é preciso muita prática, mesmo com joysticks, para entender. Mas o negócio se aplicaria ao nosso futebol? De verdade, eu passei a entender muito mais de futebol depois que fiquei viciado em Championship Manager, desde o ’96 (que só tinha o campeonato italiano e inglês). Essa galera que joga Elifoot sabe a escalação de times de terceira divisão do campeonato inglês e pode avaliar com alguma propriedade se a aquisição do PIMPÃO, novo atacante do meu Vasco, promete ou não.
Todo esse papo pode ser coisa de gente muito, digamos, jovem. Mas pense, será que o Juca Kfouri, comprando figurinhas e jogando botão não ele teve uma visão diferente do esporte? Talvez seja a mesma coisa, guardadas as devidas proporções. Enquanto isso eu continuo jogando Fifa 09 – pelo menos lá meu time continua na primeirona. =)
Existem duas explicações para essa história. A primeira é que o número seria uma homenagem aos 11 colégios que participaram da reunião que determinou as regras do esporte em 1863, na Inglaterra. A segunda diz que 11 era a quantidade de atletas nos times da Universidade de Cambridge, também na Inglaterra, a primeira a publicar as definições básicas do jogo. Na época, cada classe tinha apenas dez estudantes. Os times, porém, eram completados por um 11º atleta: o bedel (inspetor de alunos) de cada classe, para quem sobrava a ingrata tarefa de ficar no gol. “Essa é a versão aceita pela Fifa, a associação que define as regras do futebol no mundo”, afirma o ex-árbitro Emídio Marques Mesquita, instrutor da entidade. Antes das primeiras regras, não havia padronização: há registros de partidas com até 17 jogadores! O certo, é que o número 11 foi adotado já no século 19 e até hoje permanece entre as 17 leis que regem o esporte. Continuar lendo ‘Porque os times de Futebol tem 11 jogadores?’
Imagine você poder colar coisas sem precisar sujar as mãos com aquela coisa branca pegajosa, foi nisso que MacGyver pensou quando criou as modernas fitas isolantes um objeto muito importante para a humanidade. Existe uma variedade muito grande de fitas isolante pretas, vermelhas e até rosa para emos.